quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

ALUNO TENTA MATAR PROFESSOR DENTRO DA SALA DE AULA NA CIDADE DE BAYUEX NA GRANDE JOÃO PESSOA!

 *Aluno tenta matar professor a facadas dentro de escola em Bayeux na grande João Pessoa*


Um adolescente de 16 anos tentou matar um professor a facadas dentro da sala de aula em uma escola de Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa, na tarde de quarta-feira (4).


No momento da ação, o professor utilizou uma cadeira para se defender.


Ninguém ficou ferido.



De acordo com relatos, o aluno estava no colégio e aparentemente ‘nervoso’, procurando pelo professor, ao encontrá-lo em uma das salas, tentou acertá-lo com uma faca.


A ação foi impedida por monitores do colégio, que conseguiram imobilizar o aluno.

O caso teria sido motivado após um episódio que o professor expulsou o adolescente da sala de aula, por apresentar mau comportamento e atrapalhar a aula.

Um dos monitores da escola escutou esse aluno dizer que o professor iria pagar pelo que fez’.

A diretora da escola informou que o aluno nunca havia apresentado problemas, porém, a mãe do adolescente informou que nos últimos dias ele apresentava um comportamento estranho.

O Conselho Tutelar de Bayeux foi acionado e por meio de nota, afirmou que está acompanhando o caso e vai “trabalhar em conjunto com a escola, a família e os órgãos competentes, como a polícia e o Ministério Público, para apurar os fatos e promover intervenções que auxiliem na resolução do caso”.



POSTADO POR: Ranieri Botelho
FONTE: RotaPB

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Granja do torto sofre tentativa de invasão.


ACOMPANHE A NOTÍCIA NO NOVO JEITO DE INFORMAR A VOCÊ ATRAVÉS DO VÍDEO NOTÍCIA


NO DIA DO ATENTADO AO  STF, GRANJA DO TORTO SOFRE TENTATIVA DE INVASÃO POR DESCONHECIDO DEIXANDO CLARO QUE OS 3 PODERES E O PRESIDENTE LULA SÃO ALVOS DE TERRORISTAS.


 



domingo, 10 de novembro de 2024

REDES SOCIAIS A SERVIÇO DO MAL: ESTUDANTE SOFRE RACISMO E AMEAÇA AO ENTRAR EM LIVE NAS REDES SOCIAIS.

 RACISMO NA INTERNET 🚨 Uma estudante denunciou à Polícia Civil ter sofrido racismo em uma live de rede social por parte de outras duas jovens, nesta sexta-feira (8). Ana Clara Sabajanes conta que passou a ser ofendida depois de entrar em uma live para assistir o que as meninas diziam.


"Eu não posso ser essas coisas 'toda', mas eu acho que sou bonita, eu acho. Ela é horrível, feia. Ela entrou de novo, né?! Macaca!”, disse uma das jovens acusadas, que ainda debochou da situação: “Eu vou ser presa por conta de racismo. Feia e preta, só nascendo de novo. A gente vai ser presa por racismo chamando o povo de macaco. Na moral”.

Além das ofensas racistas, ainda teve ameaça de agressão física: “A gente vai ‘rapar’ seu cabelo. Vacilou. Se vacilar, vai ser ripa. Eu não quero nem saber, viu? Ela não fala, porque se ela falar, o Ibama vai levar ela. ‘Tu’ sabe, né, que se ‘tu’ falar falar, ‘tu’ vai levar um ‘pau’”.

💬 A jovem contou que assim que as meninas a reconheceram, as ofensas começaram: "Elas perguntando de onde eu tinha achado o Instagram delas, ‘o que essa feia, o que essa macaca tava fazendo’, e rindo, a todo momento debochando, achando a maior graça do mundo”.


“Eu me senti num momento muito vulnerável. Elas não me conhecem, não sabem nem quem eu sou, sabe? Eu apenas entrei e fiquei calada. Então, ouvir isso foi doloroso. Doeu. Acho que nunca tinha passado por algo tão sério”, afirmou a estudante.

🚓 Ana Clara registrou o caso na delegacia de Vicente de Carvalho. A polícia registrou a ocorrência como injúria racial e ameaça. Os investigadores já identificaram as autoras e diligências estão em andamento.


POSTADO POR:RANIERI BOTELHO
FONTE:GLOBONEWS[INSTAGRAM]

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

CNDH PEDE A PGR RESPONSABILIZAÇÃO CRIMINAL DE EX MINISTRO DA SAÚDE E CANDIDATO A PREFEITO DE JOÃO PESSOA QUEIROGA, DE BOLSONARO E EX MINISTROS.

CNDH pede à PGR responsabilização criminal de Bolsonaro e ex-ministros por gestão da pandemia. 

QUEIROGA CANDIDATO A PREFEITO JOÃO PESSOA RESPONDERÁ POR CRIME DE NEGLIGÊNCIA NA PANDEMIA.

Conselho Nacional de Direitos Humanos acusa ex-presidente e aliados de sabotarem estratégias de combate à Covid-19, resultando em milhares de mortes evitáveis.

O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) apresentou, nesta quinta-feira 24, uma representação criminal à Procuradoria-Geral da República (PGR) em que pede a responsabilização do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de seus ex-ministros Eduardo Pazuello, Walter Braga Netto e Marcelo Queiroga por crimes cometidos durante a pandemia de Covid-19.

Bolsonaro responderá também por crime de negligência durante a pandemia.

Quem também assina a representação é o Conselho Nacional de Saúde (CNS). Segundo as entidades, o governo Bolsonaro teria “sabotado” as estratégias de enfrentamento à crise sanitária, adotando posturas contrárias a orientações da comunidade científica e da Organização Mundial da Saúde (OMS). O órgão afirma que as ações e omissões do governo contribuíram decisivamente para a propagação do vírus, resultando em centenas de milhares de mortes.

“O número exorbitante de casos e óbitos por Covid-19 notificados, sem contar aqueles que não o foram, é notoriamente o resultado da política sanitária adotada pelo governo do ex-Presidente da República Jair Messias Bolsonaro que se posicionou na contramão das orientações da comunidade científica, da OMS, e mesmo da mais singela razoabilidade, participando de forma decisiva, por atos e omissões, da propagação do vírus no território nacional, que resultou na morte de centenas de milhares de brasileiros e brasileiras,  diz documentos.

O conselho é um colegiado de composição paritária – 11 membros da sociedade civil e 11 membros do Poder Público – cuja finalidade é a promoção e a defesa dos direitos humanos no Brasil.

O documento destaca a resistência do governo em adotar medidas como o uso de máscaras e o distanciamento social, incitando a população a descumprir as restrições sanitárias.

A estratégia de “imunidade de rebanho por contágio”, defendida pelo governo, também é criticada, apontando que essa abordagem foi um fator significativo na alta mortalidade no País, quatro a cinco vezes maior que a média mundial.

Entre 2020 e 2022 o Brasil registrou mais de 36 milhões de casos da doença.