PF vai tomar depoimento de Queiroz sobre vazamento de investigação para Flávio Bolsonaro
Polícia Civil durante prisão de Queiroz, em Atibaia
Foto: Polícia Civil
Agência O Globo
A Polícia Federal decidiu tomar o depoimento do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, sobre as suspeitas de vazamento de uma investigação sigilosa que mirou parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio e detectou movimentação financeira atípica nas contas dele. Queiroz foi preso preventivamente na quinta-feira por uma outra investigação, do Ministério Público do Estado do Rio, sobre um esquema de rachadinha (desvio de salários) que funcionaria no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio.
O caso do vazamento está em investigação pela PF do Rio após uma entrevista do empresário Paulo Marinho, ex-aliado de Bolsonaro. Marinho afirmou que a equipe do então deputado estadual Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) recebeu informações vazadas da Operação Furna da Onça indicando que Queiroz estava na mira das investigações e que isso teria motivado a demissão do assessor do seu gabinete.
A investigação da Furna da Onça recebeu relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre movimentação financeira atípica de funcionários da Assembleia Legislativa do Rio. Em um desses relatórios, foi detectado que Queiroz realizou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em um intervalo de um ano, apontando a possível prática de "rachadinha" no gabinete de Flávio --desvio de salários dos funcionários.
Segundo fontes da PF, o delegado Jaime Cândido, responsável por conduzir o inquérito sobre o vazamento, já determinou o agendamento de uma data para o depoimento de Queiroz. A previsão é que o ex-assessor seja ouvido na condição de testemunha, por isso ele não teria direito a permanecer em silêncio. A avaliação dos investigadores é que Queiroz pode ter informações sobre o possível vazamento que motivou a sua demissão do gabinete de Flávio Bolsonaro, por isso o seu depoimento é considerado essencial para a elucidação dos fatos.
Desde que seu nome ficou sob suspeita, Queiroz passou a se esquivar de apresentar explicações ao Ministério Público do Estado do Rio, que cuida da investigação da rachadinha. Sua defesa apresentou informações por escrito, mas Queiroz nunca prestou depoimento ao MP do Rio. Com a prisão, ele deve ser ouvido nos próximos dias pelos promotores, mas neste caso ele pode optar por ficar em silêncio, por ser ouvido na condição de investigado.
Cândido já ouviu outras testemunhas que possam ter conhecimento dos fatos. O primeiro depoimento foi do próprio empresário Paulo Marinho, que reiterou as acusações feitas na entrevista e apresentou novos detalhes. Marinho também entregou seu celular como prova de reuniões que manteve com Flávio Bolsonaro na época da campanha eleitoral. Outros depoimentos, de investigadores da Furna da Onça e outros assessores de Flávio, já foram tomados.
A tomada do depoimento de Queiroz justamente pela PF do Rio pode ampliar o desgaste do presidente e as pressões na Polícia Federal, que geraram uma crise que culminou no pedido de demissão do então ministro da Justiça Sergio Moro. Na ocasião, Moro denunciou que Bolsonaro queria interferir na PF do Rio e a PGR (Procuradoria-Geral da República) abriu um inquérito para investigar os fatos.
Após a saída de Moro, Bolsonaro nomeou outro nome para comandar a PF, o delegado Rolando Alexandre de Souza. Um dos primeiros atos de Rolando foi trocar o comando da PF do Rio. Para o cargo, foi indicado o delegado Tácio Muzzi. Seu nome foi bem recebido internamente pela Polícia Federal, por ser um delegado experiente e com trajetória respeitada, mas a troca imediata na Superintendência do Rio causou mal-estar na corporação.
Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, é preso em Atibaia, SP
Ele é investigado por participação em suposto esquema de 'rachadinha' na Alerj à época em que Flávio era deputado estadual. Também foram cumpridos mandados em imóvel que consta como bem do presidente Jair Bolsonaro. G1 tenta contato com defesa de Queiroz.
Por Bruno Tavares
Fabrício Queiroz deixa o Instituto Médico Legal em São Paulo na manhã desta quinta-feira (18) — Foto: TV Globo
O mandado foi expedido pela Justiça do Rio de Janeiro, num desdobramento da investigação que apura esquema de "RACHADINHA" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). No esquema, segundo a investigação, funcionários de Flávio, então deputado estadual, devolviam parte do salário, e o dinheiro era lavado por meio de uma loja de chocolate e investimento em imóveis.
Queiroz estava em um imóvel de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro, e foi levado para unidade da Polícia Civil no Centro da capital paulista. Ele passou pelo Instituto Médico Legal e foi levado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Depois, será levado para o Rio.
Em setembro de 2019, entretanto, Wassef disse que não sabia o paradeiro de Queiroz, e que não era advogado dele. Um caseiro do imóvel disse à polícia, entretanto, que o ex-assessor estava lá havia mais de um ano, contou um dos caseiros à polícia.
Em entrevista à Rádio GAÚCHA em 28 de abril, Wassef disse: “Eu estou no dia a dia aqui com o presidente e com a família Bolsonaro. Eu conheço tudo que tramita na família Bolsonaro”.
Segundo um delegado que participou da operação, foi preciso arrombar o portão e a porta da casa onde Queiroz estava. Ele não resistiu e só disse que estava muito doente.
O Ministério Público do Rio de Janeiro informou que pediu a prisão de Queiroz porque o ex-assessor de Flávio Bolsonaro continuava cometendo crimes e estava fugindo e interferindo na coleta de provas. A Justiça autorizou também a prisão da mulher de Queiroz, Márcia Oliveira de Aguiar.
Busca em imóvel do presidente
No Rio, a polícia Civil também fez buscas no início da manhã em um imóvel que consta na relação de bens do presidente Bolsonaro, em Bento Ribeiro, Zona Norte da capital fluminense, e foi usado por ele como comitê de campanha na eleição de 2018.
A casa é ocupada por Alessandra Esteves Marins, que faz parte da equipe de apoio do senador Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro. Segundo as investigações, Alessandra repassou cerca de R$ 19 mil a Queiroz.
Em Brasília, nesta manhã, o presidente deixou o Palácio da Alvorada, residência oficial, em um comboio em alta velocidade, e não parou para falar com apoiadores, como costuma fazer rotineiramente.
Fabrício Queiroz em foto com Flávio Bolsonaro — Foto: Reprodução/JN
Advogado do presidente
O advogado de Flávio Bolsonaro dono do imóvel de Atibaia onde Queiroz estava ao ser preso, Frederick Wassef, é o mesmo que fez a defesa do presidente no caso da facada que Bolsonaro sofreu de Adélio Bispo em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral para a presidência da República, em 2018. Wassef também atuou na defesa da família Bolsonaro no caso do porteiro.
Wassef participou nesta quarta-feira (17) da cerimônia em que o presidente Jair Bolsonaro deu posse ao novo ministro das Comunicações, Fábio Faria.
Wasseff (à esquerda) participa de cerimônia de posse do ministro das Comunicações, em Brasília, na quarta (18) — Foto: Reprodução/TV Globo
Movimentação de R$ 1,2 milhão em 2016 e 2017
Queiroz foi assessor e motorista de Flávio Bolsonaro até outubro de 2018, quando foi exonerado. O procedimento investigatório criminal do Ministério Público Estadual do RJ que apura as irregularidades envolvendo Queiroz na Alerj chegou a ser suspenso por decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, após pedidos de Flávio Bolsonaro em 2019.
As investigações envolvem um relatório do Coaf, que apontou operações bancárias suspeitas de 74 servidores e ex-servidores da Alerj. Recursos usados para pagar funcionários na Alerj voltavam para os próprios deputados estaduais.
A movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz ocorreu, segundo as investigações, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, incluindo depósitos e saques.
Torcedores do Botafogo-PB anunciam ato antifascismo e pela democracia, em JP
Botafoguenses se inspiram no protesto de corintianos, palmeirenses, são-paulinos e santistas, e prometem ir às ruas da capital paraibana no próximo domingo
Assim como ocorreu em São Paulo no último final de semana, João Pessoa e outras capitais brasileiras terão manifestações em defesa da democracia no próximo domingo (7). É o que revela reportagem especial publicada pelo portal Uol, nesta terça-feira (2).
De acordo com Uol, mesmo defendendo o isolamento social como forma de conter o avanço do coronavírus, torcedores do Botafogo-PB decidiram se inspirar nas torcidas de Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos, e prometem ir às ruas protestar contra o fascismo.
Na capital paraibana, o manifesto em defesa da democracia está sendo organizado pelo grupo ‘Belo Antifascista’. Torcedora do Botafogo-PB, a jornalista Hevilla Wanderley contou ao Uol qual o objetivo do momento,
“O antifascismo é um movimento anticapitalista. “Ele não está interessado apenas em derrubar o Bolsonaro.
Queremos tirar o Bolsonaro e continuar lutando para botar o povo no poder”!
Hevilla afirmou que depois de muita discussão, seu grupo resolveu chamar um ato em defesa da democracia. Ela lembrou que aos domingos, tradicionalmente, um grupo de bolsonaristas tem se reunido na frente de um quartel do exército em João Pessoa para pedir intervenção militar no país.
Ela diz não saber como evitar que seu grupo responda com violência caso seja agredido pelos militantes de direita.
“Não propagamos violência. Mas como boa marxista, trabalho com condições materiais”, afirma. “O fascismo é violento. Quando os 300 de Brasília marcham com tochas na mão e dizem que estão armados, eles estão sendo violentos”, afirma ela, em referência a um grupo extremistas que tem feito ações na capital. “Podemos ter diálogo com quem está em cima do muro, mas com fascista não se dialoga, se combate.”
Torcidas antifascistas marcam ato contra Bolsonaro em várias capitais!
Coletivos antifascistas de torcedores têm se articulado para várias manifestações contra o governo Bolsonaro (sem partido) e a favor da democracia no próximo domingo (7). Inspirados pelo protesto de corintianos, palmeirenses, são-paulinos e santistas no último dia 31, na Avenida Paulista, militantes de esquerda pretendem “disputar as ruas” com os apoiadores do presidente.
Manifestações puxadas ou apoiadas por esses coletivos já estão confirmadas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, João Pessoa e Salvador. Em Porto Alegre, atos desse tipo têm acontecido há ao menos três semanas. Em São Paulo, o grupo ‘Democracia Corinthiana’ e membros da ‘Gaviões da Fiel’ ainda não definiram se estarão nas ruas no próximo domingo. Torcidas de outros estados conversam ao longo da semana para confirmar data e local de suas manifestações.
“Já há atos confirmados na maioria dos estados do Nordeste, as torcidas estão fechando apenas os detalhes”, afirmou o contador Bruno Tito, de 33 anos, do ‘Bahia Antifa’.
Defensores do isolamento social, os grupos antifascistas viveram um dilema antes de decidir chamar seus membros para se aglomerarem nas ruas.
Torcedores de outras capitais do país apontam as ações de corintianos como o incentivo que faltava para eles decidirem romper a quarentena.
“Já tínhamos sido convidados para participar de atos de rua, mas por causa da pandemia avaliamos que não era o caso de incentivar as pessoas a sair de casa”, disse o jornalista Luan Toja, de 30 anos, da ‘Botafogo Antifascista’. “Mas agora que o movimento se popularizou, reavaliamos e entendemos que é hora de pegar essa onda. Não podemos deixar as ruas dominadas pela extrema-direita.”
Para tentar evitar o espalhamento do novo coronavírus, os militantes orientam seus companheiros a usar máscara e álcool em gel, além de tentar manter certa distância uns dos outros. Eles cogitam pedir ajuda de enfermeiros com termômetros para verificar se participantes estão com febre na entrada de cada manifestação. Mesmo assim, admitem que o risco de contaminação é alto.
“Somos a favor do isolamento social, mas combater o fascismo e as ameaças à democracia também são atividades essenciais”, afirmou Leandro Bergamin, um programador de 42 anos membro do coletivo ‘Democracia Corinthiana’. “Não podemos deixar que a pandemia sirva de desculpa pra que outros problemas sociais relacionados à má-gestão da coisa pública matem mais gente do que a covid-19.”
Sem futebol, protestos saíram da micropolítica para a macro
Criados há menos de dez anos, esses coletivos são formados majoritariamente por torcedores de classe média, jovens e universitários.
Entre suas bandeiras mais recorrentes, estão o combate à homofobia, ao machismo, ao racismo, à elitização do futebol e à atuação violenta da polícia militar em estádios.
Eles costumam se reunir em páginas na internet e grupos de Whatsapp, e combater hábitos antigos da cultura das arquibancadas.
“Obviamente, fazer graça daquele time que foi para a série B e que talvez não volte é permitido e desejado”, diz o texto de boas-vindas do grupo de Whatsapp do ‘Galo Antifa’. “Contudo, NÃO será tolerado se referir a cruzeirenses como ‘marias’ pela misoginia que o termo carrega”, acrescenta.
Com a eleição de Bolsonaro e o apelo do governo federal ao simbolismo extremista, os coletivos passaram a ganhar popularidade.
E, com a pausa do futebol por causa da pandemia, deslocaram seu eixo de atuação da micropolítica da bola para a macropolítica nacional.
Um estudante universitário de 21 anos da ‘Galo Antifa’ afirmou que seu grupo ganhou mais de 1.500 seguidores no último domingo, quando saiu por Belo Horizonte contra o governo.
O ato não chegou a encontrar uma manifestação de bolsonarista no mesmo horário porque a Polícia Militar agiu desviando seus trajetos.
Também há registros de manifestações semelhantes em Porto Alegre e Curitiba.
Na capital paranaense, um movimento antifascista e antirracista foi interrompido com bombas pela polícia no fim da noite de ontem depois que manifestantes depredaram a fachada de bancos e prédios públicos.
“O antifascismo é um movimento anticapitalista”, afirma a jornalista Hevilla Wanderley do grupo ‘Belo Antifascista’ do Botafogo de João Pessoa-PB.
“Ele não está interessado apenas em derrubar o Bolsonaro. Queremos tirar o Bolsonaro e continuar lutando para botar o povo no poder.”
No Nordeste, as torcidas antifascistas se articulam no grupo Tau (Torcidas Antifascistas Unidas) que incorporam às suas pautas elementos locais.
Uma ação na final da última Copa do Nordeste, por exemplo, promoveu panfletagem para conscientizar o público contra o preconceito a nordestinos.
Hevilla afirma que depois de muita discussão, seu grupo resolveu chamar um ato em defesa da democracia para o próximo domingo.
Aos domingos, tradicionalmente, um grupo de bolsonaristas tem se reunido na frente de um quartel do exército em João Pessoa para pedir intervenção militar no país.
Hevilla diz não saber como evitar que seu grupo responda com violência caso seja agredido pelos militantes de direita.
“Não propagamos violência.
Mas como boa marxista, trabalho com condições materiais”, afirma.
“O fascismo é violento.
Quando os 300 de Brasília marcham com tochas na mão e dizem que estão armados, eles estão sendo violentos”, afirma ela, em referência a um grupo extremistas que tem feito ações na capital.
“Podemos ter diálogo com quem está em cima do muro, mas com fascista não se dialoga, se combate.”
Chance de violência e insegurança limitam participação
Em abril, uma mulher que protestava contra atos antidemocráticos foi agredida por um homem em Porto Alegre.
No último domingo, a manifestação da esquerda na Paulista foi dispersada com bombas, depois que militantes trocaram provocações e agressões.
Em Copacabana, depois que um ato com torcedores do Flamengo foi interrompido pela polícia, um homem conhecido como ‘Capitão Léo’, ex-presidente da ‘Torcida Jovem’rubro-negra, gravou um vídeo incitando seus colegas a “fuzilar bolsonaristas” no domingo que vem.
O vídeo foi criticado nas redes sociais pelo deputado Daniel Silveira (PSL), o mesmo que havia momentos antes ameaçado “descarregar” sua arma no peito de “um comunista safado” que ele encontrasse nos atos.
Em um encontro com apoiadores na manhã de segunda-feira (1º), o presidente Bolsonaro pediu para que seus defensores não se manifestem no domingo e evitem confrontos com oposicionistas.
Os episódios e os discursos de violência levam os ativistas antifas a limitarem suas convocações.
O coletivo ‘Torcedores pela Democracia’, que reúne oito grupos de esquerda no Rio, mantém reuniões durante a semana para definir a hora e o local de seu protesto no domingo.
Uma imagem circulou pelo Whatsapp convidando a população a um ato em Copacabana, mas o grupo lançou uma nota negando que ela tenha partido de seus membros.
“Não sabemos de onde isso veio, mas não da gente”, afirmou o servidor público Ronaldo Tavares, de 40 anos.
“Estamos ainda discutindo o local e a forma do ato e temos essa dificuldade de garantir a segurança da manifestação.
Essa galera é raivosa e não temos espaço democrático pra nos manifestar.”
Organizadas maiores tentam se desvincular de protestos
Membros de torcidas organizadas tradicionais foram vistos em protestos pela democracia nos últimos fins de semana, mas a diretoria dessas agremiações tem vindo a público para negar que elas estejam convocando protestos.
A ‘Torcida Jovem’(Flamengo), a ‘Força Flu’ (Fluminense), a ‘Força Jovem’ (Vasco), a ‘Dragões da Real’ (São Paulo) e a ‘Leões da TUF’ (Fortaleza) foram algumas que publicaram notas para dizer que não participam como instituição dos protestos de rua.
“A torcida Dragões da Real não acredita em imposições antidemocráticas, por isso não orienta seus associados a seguirem partidos ou assumirem uma orientação política.
Cada um é livre para fazer suas escolhas”, informou a nota da segunda maior organizada do São Paulo.
A própria Gaviões da Fiel não tomou uma posição oficial em favor dos atos puxados por seu membros nos últimos fins de semana.
A diretoria prefere focar suas ações em atividades assistenciais, como a doação de alimentos e materiais de limpeza, atitude compartilhada com outras organizadas.
O UOL Esporte apurou com pessoas em contato com a direção das agremiações que elas preferem não entrar no debate da política nacional para evitar represálias futuras e a criminalização de suas atividades.
As chuvas que voltaram a cair nesta noite de 1° de Junho na grande João Pessoa voltou a causar estragos e preocupação aos moradores da comunidade Lagoinha, na Rua Engenheiro Retumba no bairro de Cruz das Armas!
Moradores relataram que semana passada com as chuvas que caíram, muitos moradores perderam ou tiveram EQUIPAMENTOS e MÓVEIS danificados, pois quando chove a água invade as casas e moradores passam momentos angustiantes.
Segundo os moradores a defesa civil jamais apareceu no local e os MÓVEIS e eletrodomésticos perdidos ou danificados parcialmente ficam na conta do prejuízo,pois ninguém indeniza ou fazem a reposição dos mesmos.
Veja nos vídeos a preocupante SITUAÇÃO dos moradores dessa esquecida comunidade!